quinta-feira, 22 de março de 2012

Aumenta a produção de mel no Ceará

A produção de mel no Ceará passou, em dez anos (2000/2010), por um crescimento de 322 por cento e hoje ocupa a sexta posição entre os estados do Brasil, elevando de três para 7,3 por cento sua participação na produção nacional de mel. No entanto, o Ceará é o terceiro no país nas exportações de mel, significando um total de US$ 12,7 milhões em 2011, contra os US$ 3,4 milhões de 2002, ou seja, crescimento da ordem de 269,13 por cento, fazendo sua participação na pauta de exportações saltar de 14,94 por cento para 18,0 por cento no período.

Apesar de São Paulo liderar as exportações de mel, embora tenha apresentado uma redução significativa na participação, seguido pelo Rio Grande do Sul, os estados do Norte e Nordeste lideraram o incremento (2002/2011) da produção, com o estado do Amazonas apresentando um crescimento de 9.000 por cento, seguido por Roraima, com crescimento de 2.730 por cento, enquanto a nacional registrou alta de 74 por cento. Alguns estados do Nordeste também aumentaram sua participação, com ênfase para o Piauí e Rio Grande do Norte.

Em 2011, o mel ocupou a 15ª posição em termos de produtos agregados na exportação cearense. Apesar da participação pequena de 0,9 por cento do total exportado pelo Estado, ainda assim percebe-se um incremento importante, já que em 2002 essa participação era de 0,6 por cento. Os números estão no Enfoque Econômico (nº 25) do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE), Órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado.

 O Ceará exportou mel para sete países no ano de 2011, e, assim como acontece com o restante das exportações brasileiras de mel, os Estados Unidos foram o principal mercado comprador, recebendo mais de 77 por cento de todo o mel que foi exportado, com um crescimento de 782,32 por cento nas compras deste produto, entre os anos de 2002 e 2011. Poucos municípios exportaram o mel natural no Ceará no ano de 2011, entre eles, Cascavel, Crato, Aquiraz, Limoeiro do Norte e Fortaleza, sendo que os quatro primeiros responderam por 97,49 por cento do total deste produto enviado ao exterior.

Com informações Assessoria de Imprensa do IPECE

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